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Alunos de primeiro ano surpreendem em projetos de engenharia em Marília

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Marília Alunos de primeiro ano nos cursos de Engenharia Elétrica, Civil e Produção Mecânica surpreendem em Marília com trabalhos para disciplina de Projeto Integrador na Unimar (Universidade de Marília).

Os três cursos compartilham o ciclo básico e a disciplina com modelo de incentivo ao protagonismo, criatividade e a aplicação real dos conhecimentos.

Segundo o coordenador dos cursos, Danilo Sinkiti Gastaubello, a proposta é justamente desafiar os futuros profissionais desde o início da formação.

“No primeiro ano, as três engenharias caminham juntas, pois as disciplinas do ciclo básico são comuns. O Projeto Integrador surge para ser algo essencialmente prático, em que o aluno realmente coloca a engenharia em ação”, explica.

Nesta edição do projeto, desafio os acadêmicos a desenvolver pontes móveis com iluminação sustentável. Para isso, deveriam usar materiais simples, como palitos de sorvete, porém, com total liberdade criativa quanto ao tipo de estrutura.

Alunos de primeiro ano surpreendem em projetos de engenharia em Marília
Alunos de primeiro ano surpreendem em projetos de engenharia em Marília

“A única exigência era que, além de ser móvel,  tivesse um sistema de iluminação sustentável. A partir disso, eles ficaram livres para criar.”

Entre os projetos apresentados, os acadêmicos surpreenderam ao desenvolver uma ponte submersa. Assim, o sistema de movimentação ocorre por deslocamento vertical descendente, em vez de elevação ou giro.

Muito além do convencional

“Eles saíram completamente do convencional. Pensaram em uma ponte submersa permitindo a passagem de barcos quando o sistema é acionado. Criaram todo um cenário com paisagismo, sistema fotovoltaico e iluminação funcionando de fato”, relata Danilo.

Outros grupos exploraram soluções igualmente criativas, como pontes com eixo central giratório e controle por Arduino, um modelo de plataforma eletrônica. Além disso, estruturas com sistemas de elevação, sinalização luminosa simulando semáforos e detalhes de acabamento com água cenográfica, paisagismo e elementos artísticos.

“Tivemos grupos que utilizaram maquinário para dar acabamento à madeira, outros que trabalharam a estética com montanhas, árvores e cenários urbanos. Mostraram, assim, que a engenharia também dialoga com o design e a sensibilidade visual”, pontua.

Integração de áreas

Um dos diferenciais foi a integração entre áreas técnicas e tecnológicas. Alguns grupos incorporaram sistemas eletrônicos avançados, inclusive com acionamento por celular, por meio de controladores wi-fi.

“Isso mostra como o aluno já começa a integrar conhecimentos de elétrica, mecânica, programação e sustentabilidade logo no primeiro ano”, reforça o coordenador.

Além do caráter prático, o Projeto Integrador também possui viés extensionista. As apresentações finais contaram com a participação de membros externos da sociedade, que atuaram como avaliadores.

“A ideia é que o aluno seja protagonista e consiga levar esse conhecimento para além da universidade. Eles apresentaram os projetos para avaliadores externos, mostrando tudo o que aprenderam e como transformaram teoria em soluções reais”, explica Danilo.



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