Resumo
- O primeiro LIRAa de 2023 coloca Marília em alerta para o risco de dengue, com um Índice Predial de 3.9 para a presença do mosquito.
- O levantamento envolveu 130 agentes de saúde e abrangeu 535 quarteirões na cidade.
- A maioria dos focos de mosquito está dentro das casas, reforçando a importância da participação da população no combate.
- A Prefeitura de Marília já fez quase 20 mil visitas domiciliares e realizou nebulização em 27 quarteirões.
- Apesar da redução nos casos de dengue, é crucial que a população autorize a entrada dos agentes de saúde e siga as orientações para prevenção.
Marília – O primeiro LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti) do ano coloca Marília em alerta para o risco com dengue, apesar da queda significativa em número de casos, e reforça as ações de controle que incluem necessidade de participação popular.
A cidade atingiu Índice Predial de 3.9 para presença do mosquito e aponta risco para mais doenças que ele transmissão.
O levantamento envolveu 130 agentes de saúde, entre comunitários, de controle de endemias e de zoonoses, sendo realizado em 535 quarteirões de todas as regiões da cidade.
De acordo com o LIRAa, a grande maioria dos focos encontrados estão dentro das casas, o que reforça a necessidade da população ser parceira nas ações de combate ao mosquito.
Em comunicado sobre o levantamento, a Prefeitura de Marília aponta que já realizou quase 20 mil visitas domiciliares em menos de um mês. Agentes levam fiscalização e orientação direta aos moradores. Contudo, muitas ações esbarram na recusa e nas casas fechadas..
Além disso, o balanço de ações mostra nebulização em 27 quarteirões, totalizando mais de 260 imóveis atendidos. Houve ainda 283 inspeções em pontos considerados estratégicos e imóveis especiais, como borracharias, ferros-velhos, depósitos, empresas e áreas com maior risco sanitário.
As as ações impactam no volume de casos – são novee confirmados neste ano contra 871 do ano passado –
“Mesmo com essa redução expressiva no número de casos, a Saúde destaca que a análise da dengue não deve considerar apenas os registros clínicos. É fundamental o acompanhamento permanente dos indicadores entomológicos, que refletem a presença e a densidade do mosquito .”
Por isso, é fundamental o apoio da população. Ela precisa autorizar a entrada do agente de saúde em seus imóveis e seguir todas as orientações que são passadas. Além disso, o morador pode e deve fazer semanalmente a vistoria na sua casa, eliminando qualquer recipiente que pode acumular água”, disse a secretária municipal da Saúde, Dra. Paloma Libanio.




