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Colisão de trem com caminhão de Marília terá perícia de engenharia

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Marília Decisão judicial em Marília encaminhou para Justiça do Paraná perícia de engenharia no cruzamento em que houve colisão de trem da Rumo Malha sul e caminhão de uma transportadora de Marília.

A medida acontece quase um ano depois da colisão, em 8 de maio, que além dos danos provocou morte de um motociclista.

O encaminhamento da precatória neste mês acompanha decisão do juiz Gilberto Ferreira da Rocha, da 2ª Vara Cível de Marília, em novembro de 2025.

A questão central (falha de sincronização e responsabilidade técnica) demanda conhecimento técnico especializado.

Gilberto Ferreira da Rocha, juiz da 2ª Vara Cível de Marília

Está em uma ação de indenização que a transportadora apresentou para cobrar a Rumo pelos prejuízos que, aliás, avalia em R$ 341 mil.

A base da ação são imagens de sistema de câmeras que mostram o semáforo aberto para o tráfego de veículos no local.

Além disso, revelam que antes da carreta – e junto com ela – outros veículos atravessaram a ferrovia. A moto com a vítima fatal foi, inclusive, um dos veículos na travessia.

Controvérsia
Colisão de trem com caminhão de Marília no PR terá perícia de engenharia
Colisão de trem com caminhão de Marília no PR terá perícia de engenharia

Antes da circulação das imagens, a informação oficial era que a carreta invadiu a linha.

A Rumo Malha Sul mantém esta avaliação a despeito dos vídeos. Diz que a ferrovia tem preferencial e pede indenização para custos como R$ 116 mil para limpeza do local.

A carta precatória vai para a Comarca de Pinhais (PR) e analisar local dos fatos e documentos, bem como dados já existentes.

O caso tem documentos como sindicância interna da Rumo e documentos da Polícia Científica. Mas também recebeu os vídeos com detalhes da sinalização.

O juiz apresentou quatro quesitos básicos como qual sistema de sinalização, eventual falha de sincronia, bem como responsabilidade pelo sistema. Além disso, qual foi a causa primária para colisão.

A Rumo chegou a questionar a ordem de perícia, porém o juiz não aceitou os argumentos e decidiu pela produção de prova técnica.

Em fevereiro deste ano, o Ministério Público apresentou parecer para arquivar inquérito de apuração criminal do caso.



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