Marília – A ofensiva da Rumo Malha Paulista para liberar trilhos e faixas de domínio da ferrovia provoca mais quatro disputas judiciais em Marília apenas no mês de maio.
São novas ações com acusação de esbulho – perda irregular da posse- com pedido de reintegração de espaços. Em todos os casos a ferrovia apresenta listas de ocupantes, muitos deles sem qualquer identificação.
Mas entre os nomes das quatro ações aparecem uma construtora e duas fazendas em que a ocupação atingiu áreas da ferrovia. É a mesma linha de discussão que já provocou, por exemplo, a retirada de várias bancas em camelódromo no centro de Marília.
Para todas as ações, além de discussão sobre direitos pela área da ferrovia, a Rumo argumenta obrigações legais de recuperação da ferrovia.
A concessão federal para exploração da Malha paulista estabelece recuperação do ramal entre Bauru e Panorama, trecho que inclui Marília.
Há previsão de que a retomada enfrente pontos mais polêmicos com ocupação por moradias na chamada faixa de domínio. É área ao lado dos trilhos que pertence à ferrovia como espaço de segurança e operações.
Em todos os novos casos a discussão ainda depende da citação dos acusados.




