11.2 C
Marília
HomeMaríliaRelatório da polícia acusa maus-tratos e furto na morte de gata em...

Relatório da polícia acusa maus-tratos e furto na morte de gata em Garça

spot_img


Garça A Polícia Civil encaminhou à Justiça em Garça relatório final do inquérito sobre a morte de uma gata que teve corpo queimado e acusa C.B.S. por maus-tratos, bem como furto do animal.

O acusado, que chegou a ser preso no dia em que a polícia descobriu o crime, alegou transtornos em saúde mental. Relatou depressão e perda de memória.

A Justiça concedeu liberdade provisória e ele responde ao inquérito em casa. Mas o documento policial aponta C.B.S. deixou a cidade sem autorização e, assim, descumpriu as medidas cautelares.

O relatório segue para análise do Ministério Público e eventual denúncia contra o acusado.

O delegado Adriano Marreiro dos Santos encerrou o caso um mês após a descoberta do caso e prisão do acusado. Veja o passo a passo do crime e apuração

Descoberta do caso

A descoberta do caso ocorreu em vistoria por funcionário do condomínio que revelou o animal morto na churrasqueira. Além disso, identificou material que C.B.S. usou para acender o fogo.

Chamou a Polícia Militar e houve contato com o síndico, que forneceu acesso a imagens do sistema de segurança.

A Polícia Civil passou a analisar imagens e identificaram movimentação da gata, bem como agressão e morte do animal

Furto e agressão

A apuração permitiu identificar também que a gata pertencia a um comerciante com ponto empresarial próximo. Além disso, que o acusado pegou o animal na rua dias antes.

Aliás, o tutor diz que era comum o contato com moradores da região, que chamavam a gata como ‘bigodinha’ e ‘Charlotte’.

No dia dos maus-tratos, as imagens mostram cenas de agressão, como bater o corpo do animal à parede. Depois transporte em uma caixa de papelão até a área de churrasqueira.

Relatório da polícia acusa maus-tratos e furto na morte de gata em Garça
Relatório da polícia acusa maus-tratos e furto na morte de gata em Garça
Prisão e depoimento

Os policiais encontraram o acusado em seu apartamento e relatam que ele disse saber o motivo da presença policial. No momento não quis comentar o caso.

Na delegacia, C.B.S. declarou que via a gata no trajeto entre sua residência e local de trabalho, que a alimentava. E que, no dia 11, por entender que o animal buscava abrigo, levou-a para sua residência.

Disse também que fazia tratamento psiquiátrico, que foi obrigado a interromper porque o médico foi preso. Afirmou que ficou sem medicação, sofreu um surto com perda de memória e não lembra nada sobre o caso



Fonte Link

spot_img
spot_img
Fique conectado
16,985FansLike
2,458FollowersFollow
61,453SubscribersSubscribe
Deve ler
spot_img
Notícias Relacionadas
spot_img