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PicPay tem alta de 60% em usuários de agregador de ativos

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Em um ano de operações, a área de investimentos do PicPay (AndroidiOS) viu sua base de clientes crescer 62%. Número bem próximo aos 60% de alta no volume custodiado pelo banco, que avançou 16% no primeiro trimestre, contra alta de 20% dos usuários. Camilla Chiarentin, executiva de investimentos do PicPay, tem a expectativa de que os próximos seis meses tragam resultados ainda melhores. 

“Acabamos de lançar novos produtos, como ativos de renda variável e ETFs, ações internacionais e locais, além dos BDRs, para todos os nossos clientes. Devemos disponibilizar outros investimentos ao longo do segundo semestre”, diz em entrevista ao Mobile Time. As novas categorias se juntam à renda fixa, fundos de investimento, previdência privada e criptoativos, cofrinhos, CDBs próprios e de terceiros, além das LCIs e LCAs, que já eram ofertadas pelo banco.

Em março, o PicPay anunciou a chegada de um agregador de investimentos, uma forma de permitir que os clientes visualizem e acompanhem todos os seus ativos, independentemente da instituição financeira, através de seu aplicativo. Além disso, por meio da ferramenta, o usuário confere saldos parados em outras contas e recebe sugestões de investimento. O acesso é viabilizado pela estrutura do open finance. Atualmente, o PicPay é o terceiro maior banco em usuários cadastrados no sistema.

A iniciativa, de acordo com Chiarentin, foi baseada em uma pesquisa feita com clientes da instituição. Ela explica que o agregador, até então, era algo disponibilizado apenas para family offices e ofertar a ferramenta ao varejo e clientes de alta renda democratiza o acesso. Por ora, ela não é uma obrigação de todas as instituições financeiras, embora esteja no radar do Banco Central como próximos passos do sistema financeiro aberto. No mercado, além do PicPay, apenas Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Itaú e Nubank disponibilizam o agregador. 

Como próximos passos, a instituição financeira quer que as recomendações para investir sejam baseadas em objetivos do usuário, como a aposentadoria ou a compra de uma casa. “Sairemos do modelo ‘compre o seu produto’ para ‘como você atinge sua meta financeira’”, destaca a executiva.

 

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As ilustrações das matérias são produzidas por Mobile Time com IA



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