Embora os valores das memórias DRAM e NAND tenham sofrido uma alta de 200% entre o segundo semestre de 2025 e o primeiro deste ano, a capacidade média global delas segue crescendo, conforme levantamento feito pela Omdia. Nos primeiros três meses de 2026, a média global da capacidade DRAM avançou 5,5%, chegando a 8,3 GB, e na memória NADN cresceu 10,1%, atingindo 279 GB. O volume de exportação teve alta, crescendo 0,5% no comparativo anual.
No entanto, os números não se refletem aos aparelhos de entrada e intermediário (de até US$ 400). A consultoria revelou que a memória de muitos deles quando não é mantida, sofre queda em relação ao modelo antecessor. Além disso, eles estão perdendo espaço nos portfólios das fabricantes, sobretudo os mais em conta. Enquanto os smartphones de alto padrão explicam o crescimento global.
De acordo com a consultoria, a motivação é simples: consumidores desse tipo de aparelho costumam sentir menos a elevação dos preços e oferecem uma margem de lucro mais alta às empresas. A discrepância também é atribuída aos avanços nas câmeras dos celulares premium, que geram um maior volume de conteúdos produzidos e exigem uma capacidade de armazenamento mais elevada. Diante do cenário, Jusy Hong, gerente sênior do estudo, acredita que a tendência é que essa diferença cresça ainda mais ao longo de 2026.




