O lucro líquido da Vivo cresceu 17% no segundo trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano passado, alcançado R$ 1,57 bilhão, informa a empresa em seu balanço financeiro divulgado na noite desta segunda-feira, 27.
A receita operacional líquida da Vivo aumentou 7,6% no segundo trimestre, atingindo R$ 15,76 bilhões. A operação móvel é responsável por cerca de dois terços do total, com faturamento de R$ 10,18 bilhões, montante que cresceu 6,6% em relação ao segundo trimestre do ano passado.
O negócio de maior crescimento no período foi o de venda de aparelhos e eletrônicos, com alta de 27,8%. Mas sua participação no resultado ainda é pequena, com receita operacional líquida de R$ 1,05 bilhão.
A receita com banda larga fixa por fibra óptica, por sua vez, cresceu 10,7%, contabilizando R$ 2,15 bilhões. Por fim, dados corporativos, TIC e serviços digitais somaram R$ 1,47 bilhão, com alta de 7,8%.
O Ebitda da companhia no segundo trimestre foi de R$ 6,58 bilhões, aumento de 10,9%.
Vivo e sua operação móvel
A Vivo encerrou o mês de junho com 105 milhões de acessos móveis, dos quais 73 milhões eram pós-pagos (incluindo planos Controle e M2M) e 32 milhões, pré-pagos. Sua base móvel cresceu 2,6% em um ano.
O pós-pago sozinho está crescendo acima da média, com alta de 6,9% em um ano. Dos 73 milhões de pós-pagos da Vivo, 52 milhões são linhas em smartphones em planos para voz e dados, e 21 milhões estão em dispositivos de M2M ou em dongles para acesso à Internet móvel.




