A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estendeu até 22 de abril de 2029 a autorização da Vivo para operação temporária de aplicações de comunicação direta entre satélite e celular (tecnologia também conhecida como direct to device, ou D2D).
A prorrogação do prazo consta no Ato 11.334, publicado na edição desta quarta-feira, 16/9, do Diário Oficial da União (DOU). Inicialmente, a Vivo tinha sido autorizado a experimentar a tecnologia até 22 de outubro.
Conforme o despacho da Anatel, a autorização de operação temporário de D2D pela Vivo vale em todo o território nacional, nas frequências de 2.567,5 MHz e 2.687,5 MHz, com largura de faixa de 5 MHz. A potência máxima de transmissão é de 100 W. Note-se que estas são frequências da própria operadora utilizadas normalmente para o 4G. Não é, portanto, dentro da faixa da banda S, hoje com as operadoras de satélites.
Os testes podem ser feitos com qualquer operadora, desde que a Anatel seja avisada. Inicialmente, a parceria seria com a Starlink, mas ainda não há informações oficiais. A Vivo ganhou mais tempo por causa da decisão da agência de estender a vigência do ambiente experimental até abril de 2029.




