Uma cena compartilhada nas redes sociais por Brígida Brunele, de Vila Velha, no Espírito Santo, divertiu internautas e gerou identificação entre tutores de pets.
O motivo? Sua gatinha apareceu completamente imóvel logo após passar pelo procedimento de castração.
No vídeo, a felina surge deitada no chão, esticada e sem demonstrar qualquer reação, como se estivesse se fingindo de morta A posição inusitada e a falta de movimentos deixaram Brígida apreensiva, já que a gata parecia ter simplesmente “desligado do mundo”.
Ao registrar o momento, a tutora chegou a questionar se estava tudo certo com a companheira. A preocupação, no entanto, tinha uma explicação bastante comum: a gatinha ainda estava sob os efeitos da anestesia utilizada durante a cirurgia.
Com o passar das horas, a felina começou a despertar gradualmente e voltou ao seu comportamento habitual, para alívio de Brígida, que já imaginava os cenários mais preocupantes.
A sonolência, a falta de coordenação e o comportamento diferente do normal são reações esperadas durante o período de recuperação da anestesia, embora possam assustar quem acompanha o pet pela primeira vez nessa situação.
Mitos e verdades sobre a convivência entre gatos e humanos
Com a população de gatos em constante crescimento nos lares brasileiros, especialistas alertam para mitos que ainda cercam a criação dos felinos e podem prejudicar sua saúde e bem-estar.
Entre os equívocos mais comuns está a ideia de que gatos exigem menos cuidados do que cães, especialmente quando vivem dentro de casa.
Apesar de não saírem para a rua, os felinos também precisam de acompanhamento veterinário regular. Parasitas e agentes causadores de doenças podem chegar ao ambiente doméstico por meio de roupas, calçados e outros objetos, tornando a prevenção indispensável.
Outro mito recorrente é o de que gatos são frios ou não criam vínculos com os tutores. Na realidade, eles demonstram afeto de formas mais discretas, como por meio do ronronar, da busca por proximidade e da preferência por rotinas estáveis.
Especialistas também destacam que os gatos costumam esconder sinais de dor e desconforto por instinto. Por isso, mudanças de comportamento, perda de apetite ou isolamento merecem atenção e podem indicar problemas de saúde.
Entre os cuidados considerados essenciais está a castração, que ajuda a prevenir doenças, contribui para o aumento da expectativa de vida e reduz comportamentos que podem colocar o animal em risco.
A hidratação adequada também merece atenção. Como tendem a beber pouca água, os gatos podem desenvolver problemas urinários ao longo da vida.
O uso de fontes e a oferta de alimentos úmidos estão entre as estratégias recomendadas para estimular o consumo de líquidos e preservar a saúde dos felinos.




