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Vai viajar com o pet no inverno? Veja o que é fato ou fake

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Viajar de avião com cães e gatos tem se tornado uma realidade cada vez mais comum para muitos tutores brasileiros.

Com o aumento da procura por transporte aéreo de animais, também crescem as dúvidas sobre como garantir o bem-estar dos pets durante o inverno.

Entre os receios mais frequentes estão os riscos das baixas temperaturas, especialmente para animais que precisam viajar em compartimentos específicos da aeronave.

Mas afinal, o que é verdade e o que não passa de mito quando o assunto é transporte aéreo de pets nos meses mais frios do ano?

Segundo Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo, empresa especializada no planejamento de viagens para animais de estimação, a informação correta é uma das principais aliadas para evitar preocupações desnecessárias e tornar a experiência mais segura.

Pets ficam expostos ao frio durante todo o voo?

Fake.

Uma das crenças mais comuns entre os tutores é a de que os animais transportados fora da cabine passam a viagem inteira enfrentando baixas temperaturas.

Na prática, os compartimentos destinados aos pets são pressurizados e contam com controle térmico, mantendo condições adequadas para o transporte.

A maior atenção deve ocorrer durante as etapas de embarque e desembarque, quando o animal pode ficar alguns minutos em contato com as condições climáticas externas.

Viajar no inverno exige cuidados extras?

Fato.

Além da documentação exigida pelas companhias aéreas, especialistas recomendam avaliar as condições climáticas do destino e preparar adequadamente a caixa de transporte.

Também é importante evitar exposição prolongada ao frio antes e depois do voo e garantir que o animal esteja hidratado e saudável.

Filhotes, idosos e pets com pouca pelagem merecem atenção redobrada, já que costumam ser mais sensíveis às temperaturas baixas.

Todos os animais sentem frio da mesma forma?

Fake.

A resistência ao frio varia de acordo com características individuais. Fatores como idade, porte, raça, condição de saúde e tipo de pelagem influenciam diretamente na forma como cada animal reage às baixas temperaturas.

Enquanto alguns pets demonstram pouco desconforto, outros podem precisar de proteção adicional para enfrentar mudanças climáticas, especialmente em viagens para regiões mais frias.

O organismo gasta mais energia para manter o corpo aquecido?

Fato.

Assim como acontece com os seres humanos, cães e gatos podem utilizar mais energia para manter a temperatura corporal estável durante o inverno.

Como consequência, alguns animais tendem a procurar locais aquecidos, dormir por períodos mais longos ou reduzir a disposição para atividades físicas.

Durante viagens, observar esses comportamentos ajuda o tutor a identificar possíveis sinais de desconforto.

Roupas e mantas devem ser usadas o tempo todo?

Fake.

Embora acessórios de proteção possam ser úteis em determinadas situações, seu uso não deve ser generalizado. O excesso de camadas pode provocar desconforto e até superaquecimento em ambientes climatizados.

A orientação é considerar as necessidades individuais de cada animal e, sempre que possível, buscar orientação veterinária antes da viagem.

Para Juliana Stephani, o segredo para uma experiência tranquila está na preparação antecipada.

“Com a popularização das viagens aéreas pet friendly, o setor vem aprimorando protocolos e serviços voltados ao transporte seguro de animais. Ainda assim, especialistas reforçam que o planejamento é o principal aliado para garantir uma experiência tranquila durante o inverno. Informar-se sobre as regras da companhia aérea, preparar adequadamente o animal e consultar um médico-veterinário antes do embarque são medidas que contribuem para uma viagem mais segura e confortável”, finaliza.





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