O Google anunciou nesta terça-feira, 7, uma atualização de seus agentes gerenciados na API do Gemini, que passam a ter as seguintes capacidades:
- Execução de atividades em segundo plano de forma assíncrona no servidor do Google; o agente faz as tarefas em background e avisa quando está pronto, desse modo, o usuário pode continuar fazendo outras atividades no seu PC, por exemplo;
- Interação remota via MCP (Model Context Protocol), o que elimina a necessidade de arquitetar proxies complexos ou soluções de contornos, permitindo a conexão direta a esses sistemas;
- Chamadas de funções personalizadas habilita um modelo de computação híbrida, rodando parte das tarefas na nuvem e parte localmente na máquina do usuário;
- Atualização de credenciais de rede, que permite o update automático de APIs e tokens de acesso, sem esquecer o que estava fazendo ou apagar arquivos que estava em desenvolvimento.
Entenda, os agentes gerenciados do Gemini atuam como agentes normais ao raciocinar, executar código, gerenciar arquivos e até navegar na web com autonomia. Esses agentes são divididos em duas categorias:
- Agente antigravidade – feito para expandir e criar um agente personalizado, a partir de dados, habilidades, em um ambiente de sandbox Linux do Google com modelo Gemini 3.5 Flash;
- Deep research – um agente autônomo para executar tarefas de pesquisa, como planejar, executar e sintetizar para entregar casos de uso, como análise de mercado, auditoria e revisão de literatura.
Com essas mudanças, a ideia é elevar os agentes baseados na inteligência artificial do Google de serem simples assistentes de respostas para serem trabalhadores assíncronos que estão mais integrados em ambientes reais.




