A Prefeitura de Marília abriu nesta semana uma licitação para renovar o mobiliário do Gabinete do Prefeito e de outros ambientes da estrutura administrativa. Entre os itens previstos estão três cadeiras executivas giratórias, e o valor estimado da contratação é de R$ 134.466,63.
O termo de referência, porém, não identifica nominalmente a destinação das três cadeiras. Uma delas é compatível com o mobiliário executivo previsto para o gabinete, mas o documento não afirma que será destinada especificamente ao prefeito.
Entre os móveis previstos está a aquisição de três cadeiras executivas giratórias, com base de cinco hastes em aço cromado, rodízios, sistema de regulagem de altura e inclinação e revestimento sintético na cor preta. O termo de referência não identifica nominalmente a cadeira destinada ao prefeito, mas o item é compatível com o mobiliário executivo previsto para o gabinete.
A lista inclui ainda 12 cadeiras de escritório ergonômicas, 80 poltronas com base fixa para auditório, 10 cadeiras monobloco e oito cadeiras para atendimento. Também estão previstas uma mesa orgânica de 2,40 metros, três mesas de atendimento, uma mesa redonda para reuniões, dez mesas laterais, dois aparadores de 2 metros e um aparador de 1 metro.
Embora a contratação reúna 119 unidades de móveis, o valor de R$ 134,4 mil é uma estimativa de mercado e não representa necessariamente o preço final que será pago pela Prefeitura. Como a disputa será pelo menor preço global, o custo efetivo dependerá das propostas apresentadas pelas empresas participantes e do resultado da licitação.
O termo de referência sustenta que a aquisição é necessária porque parte dos móveis existentes estaria desgastada, seria insuficiente ou estaria incompatível com as necessidades atuais de uso. Segundo o documento, a renovação teria como objetivo melhorar as condições de trabalho, a organização dos espaços, a acomodação de servidores e visitantes, a guarda de documentos e a instalação de equipamentos.
Ergonomia e acomodação
A Prefeitura afirma ainda que a contratação não teria caráter meramente estético, mas funcional, com foco em ergonomia, segurança e racionalização dos ambientes de trabalho. Os móveis serão considerados bens permanentes e incorporados ao patrimônio público.
Na justificativa para as quantidades, a administração municipal afirma ter considerado a estrutura dos ambientes administrativos, salas de atendimento, recepção, áreas de apoio e espaços de reunião. O documento também aponta a necessidade de acomodar servidores, autoridades, visitantes e usuários dos serviços públicos.




