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Trabalhadores de empresa terceirizada protestam na prefeitura em Marília

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Marília Um grupo de trabalhadores que atuavam na empresa GF de prestação de serviços em escolas de Marília fazem protesto com acampamento na porta da prefeitura nesta quarta-feira.

Sâo profissionais que não aceitaram a proposta de valores para rescisão dos contratos após fim do trabalho.

A prefeitura interveio na crise para garantir pagamentos de salários atrasados. Além disso, atuou em discussão judicial para destinar diretamente aos trabalhadores valores que estavam em depósito para empresa.

Conforme informa a prefeitura, houve liberação de valores conforme cálculo que a empresa apresentou.

Contudo, alguns dos profissionais não concordam com o cálculo e pedem revisão.

A prefeitura encaminhou, com autorização judicial transferência do valor que a empresa informou.

Os trabalhadores esperam que a administração atue para novos valores. Em comunicado oficial, a prefeitura diz que qualquer mudança depende de decisão judicial.

Trabalhadores da GF protestam em Marília contra valores de rescisão; prefeitura afirma que revisão depende da Justiça.

Veja abaixo a nota oficial

A Prefeitura de Marília informa que o contrato com a empresa GF foi iniciado em 2023. Portanto, com cláusulas e condições estabelecidas pela gestão passada. 

Informa, ainda, que a relação de emprego é entre a GF e o empregado. O Município é o contratante, podendo exercer o papel de fiscalizador do contrato, o que vem sendo feito, e por isso têm sido garantidos os salários de outubro, novembro, dezembro, 13º salário de 2025 e, agora, as verbas rescisórias dos empregados da GF.  

O Município recebeu uma relação de funcionários da empregadora GF autorizando o repasse dos valores para os funcionários, totalizando a quantia de R$ 1.290 milhão. Ocorre que parte dessa relação, um grupo de aproximadamente 30 pessoas, do total de 372 funcionários, não concordou com os cálculos apresentados pela empresa e estão se manifestando em frente ao Paço Municipal. 

A Prefeitura reitera que o empregador é a GF, não cabendo ao Município apurar os valores devidos. Ao Município cabe apenas a fiscalização contratual, que foi feita, e os valores foram retidos para garantir o pagamento dos funcionários.  

Eventuais créditos de diferença serão depositados em juízo para que o Juiz julgue as diferenças e determine os valores e a quem deverão ser pagos, não cabendo ao Município decidir se as verbas trabalhistas estão corretas ou não. 

A Prefeitura reitera que cumpriu a fiscalização contratual e que a manifestação, em questão, refere-se a cerca de 30 funcionários da empresa GF que não concordam com os valores apresentados, cabendo a discussão/contestação ser feita no âmbito judicial. 

Diretoria de Divulgação e Comunicação 



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