A Argentina foi novamente declarada livre da influenza aviária altamente patogênica H5N1 em sua produção comercial de aves, marcando a retomada do status sanitário após um foco registrado no início de 2026.
A confirmação ocorre após a adoção de medidas de controle sanitário e o cumprimento dos protocolos internacionais exigidos para erradicação da doença em granjas comerciais. Apesar do avanço, o vírus ainda segue presente em aves de subsistência, o que mantém o monitoramento ativo pelas autoridades sanitárias.
Controle do surto e recuperação do status
No início de 2026, a detecção de um caso de influenza aviária levou à suspensão do status sanitário do país e impactou o comércio internacional de produtos avícolas.
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A partir disso, foram implementadas medidas como:
- eliminação de aves infectadas
- restrições sanitárias
- intensificação da vigilância epidemiológica
Com a ausência de novos casos em produção comercial dentro do período exigido, o país pôde recuperar o reconhecimento de área livre da doença, conforme padrões internacionais.
Impacto no comércio e no setor avícola
A retomada do status sanitário é estratégica para a cadeia avícola argentina, já que o reconhecimento como país livre de influenza aviária é um dos principais requisitos para exportações.
Casos anteriores haviam levado à suspensão de embarques internacionais e restrições comerciais, reforçando a importância do controle rápido dos focos.
Monitoramento continua
Apesar da declaração, a presença do vírus em aves de criação doméstica indica que o risco não foi totalmente eliminado. Casos em aves de fundo de quintal seguem sendo registrados, o que exige vigilância contínua para evitar novos surtos em granjas comerciais.
Contexto global da doença
A influenza aviária H5N1 continua sendo uma das principais ameaças sanitárias à produção de proteínas animais no mundo, com registros frequentes em aves silvestres e comerciais em diferentes regiões.
Fonte: Watt Poultry




