Marília – A Prefeitura de Marília, por meio do Núcleo de Saúde do Adulto – órgão vinculado à Secretaria Municipal da Saúde e em parceria com o laboratório Boehringer Inglheim, realizou nos dias 29 (quarta-feira) e 30 de abril (quinta-feira). Nestes dias, foi feita uma capacitação técnica sobre a linha de cuidado com o AVC (Acidente Vascular Cerebral).
Os encontros, promovidos no auditório da instituição, reuniram enfermeiros das unidades de saúde (UBS e USF). Além disso, participaram agentes comunitários de saúde; profissionais das áreas de urgência e emergência; e colaboradores do Complexo HCFamema.
Especialistas debatem o papel da Atenção Primária
Durante os dois dias, os profissionais ministraram palestras sobre o tema: “O AVC em Marília e o papel da Atenção Primária”. Lucas Luizão (AVC agudo), Gilson Silva (Impacto do AVC em Marília), João Bermudes (Regulação do AVC, via SAMU) e Raquel Schorr (Unidade de AVC do HCFamema) conduziram as apresentações.
O AVC, popularmente conhecido como “derrame”, é o entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue para uma parte do cérebro. Esta situação provoca danos cerebrais que afetam funções, como movimento, fala, visão e pensamento, podendo deixar sequelas ou causar a morte.
“Estas capacitações têm o objetivo de aumentar o potencial técnico dos nossos profissionais e colaboradores. Certamente, quem ganha com tudo isso é a população que utiliza a nossa Rede Municipal de Saúde”, ressaltou a secretária Paloma Libanio.
Comunicação Alternativa
Durante os encontros, o Núcleo de Saúde da Criança entregou aos representantes das unidades de saúde uma placa de Comunicação Alternativa. Este material auxilia os cuidados e tratamento dos pacientes com TEA (Transtorno do Espectro Autista).
As unidades de saúde do município manusearão e disponibilizarão as placas de Comunicação Alternativa nas salas de acolhimento ou nos consultórios.
“Estamos no mês de conscientização sobre o autismo e temos aproveitado os nossos eventos para incentivar e difundir atendimento mais humanizado e acolhedor. Além disso, estas placas de Comunicação Alternativa ajudam a promover a inclusão social em toda a nossa rede municipal de saúde”, finalizou Paloma Libanio.




