Elon Musk perdeu o processo contra a OpenAI nesta segunda-feira, 18. Depois de duas horas de deliberação, o júri chegou ao veredito de forma unânime em Musk v. Altman. O grupo concluiu que duas acusações estavam impedidas pelo prazo prescricional, e uma terceira fracassou em razão da rejeição de uma dessas acusações.
Neste caso, o júri tinha caráter consultivo, o que significa que ele foi constituído somente para oferecer uma opinião à juíza. Tecnicamente, seu veredito não tinha validade judicial. Porém, a juíza distrital dos Estados Unidos, Yvonne Gonzalez Rogers, a autoridade máxima, aceitou a decisão do coletivo.
Na decisão, o júri concluiu que a alegação de Musk por violação de dever fiduciário beneficente estava impedida pelo prazo prescricional, e a acusação de que a Microsoft auxiliou e incentivou tal violação caiu junto com ela. O pedido de restituição também foi considerado prescrito, concluiu o júri.
Em resumo, Musk acusou Sam Altman de mudar a missão da OpenAI de ser uma empresa sem fins lucrativos para uma companhia com fins lucrativos. Musk acusou Altman e a OpenAI de enganá-lo depois de uma doação que fez de US$ 38 milhões à desenvolvedora do ChatGPT. Musk é cofundador da OpenAI junto com Altman em 2015.
Musk poderá recorrer.




