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quem vai lucrar mais com a Copa do Mundo em 2026?

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O PIB do México deve ser o mais alavancado por influência da Copa do Mundo de 2026 considerando os três países sede desta edição. Um estudo da Moody’s aponta para uma adição de 0,13% à economia mexicana para o ano em que a competição promete ser a mais cara da história para os torcedores.

Considerando a baixa expectativa de crescimento do PIB do México em 2026, o ganho não é desprezível: pelos cálculos da Moody’s, o ganho anual seria de 1,4%, mas a previsão subiu para 1,5% em abril, considerando, em parte, a influência do maior torneio de seleções do mundo na economia mexicana, mesmo diante do agravamento de conflitos no Oriente Médio gerando incerteza global.

As estimativas usam o modelo econômico global da Moody’s para capturar efeitos diretos e indiretos do turismo e dos gastos com infraestrutura.

Nos casos de Estados Unidos e Canadá, a influência é menor. Essa diferença é em muito explicada pelo própria dimensão do Produto Interno Bruto dos países, bem superiores ao seu vizinho. No caso do Canadá, o incremento deve ser de 0,07%, enquanto para os EUA ele é de 0,05%.

“Embora haja muito menos jogos disputados no México do que nos EUA, o tamanho menor da economia e os maiores efeitos indiretos dos gastos de turistas e cidadãos mexicanos resultarão em um impulso mais significativo para o crescimento”, diz o levantamento assinado por Jesse Rogers e Juan Fuentes.

Esta é a terceira vez em que o México recebe a Copa do Mundo, mas a primeira em que compartilha a sede com outros países. A Moody’s ressalta o legado de melhorias na infraestrutura promovidas pelas outras edições — em especial, no metrô da Cidade do México.

Ao todo, o México recebe 12 jogos até as oitavas de final, quando as partidas passam a se concentrar apenas nos Estados Unidos.

De acordo com a Moody’s, a edição deste ano do evento deve ser uma das mais caras para torcedores e participantes em toda a história, com ingressos “várias vezes mais caros do que os da Copa do Mundo de 2022, no Catar”.

“Com o torneio deste ano contando com o maior número de seleções até o momento e abrangendo um continente inteiro, o impacto econômico geral pode superar nossas estimativas. Existem riscos importantes de queda. O conflito no Oriente Médio pode aumentar os custos de alimentos e transporte, enquanto as rígidas políticas de imigração dos EUA podem limitar o crescimento do turismo nos EUA”, aponta o estudo.

No entanto, os riscos são compensados pelo período em que o torneio está sendo realizado, durante a temporada de viagens de verão no hemisfério norte. Além do mais, áreas metropolitanas planejam eventos para torcedores que podem atrair quem não conseguiu comprar ingressos.



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