Marília – A investigação sobre a queda de um avião bimotor com duas mortes em Marília deve ouvir um mecânico de aviação e gestor de oficina de aviação na cidade como testemunha sobre circunstâncias do acidente.
O mecânico chegou a conversar com policiais militares durante o atendimento ao caso na quarta-feira. Informou, inclusive, que iria à Polícia Civil para prestar depoimento.
O registro formal do caso cita, inclusive, a expectativa de depoimento do mecânico. A Polícia Civil registra que buscou informações no aeroporto sobre os detalhes do voo e aeronave.
O bimotor é um modelo Beech Aircraft 58 com fabricação em 1985 e capacidade para cinco passageiros.
Viajava com três pessoas. O registro está em nome do empresário Carlos Eduardo Alves, da Ponzan Alimentos, de Estrela D’Oeste.
Uma analista de sistemas responsável por registros do voo foi à polícia e já prestou depoimentos. A Rede VOA, que gerencia o aeroporto, informou que o avião decolou às 11h13. Caiu pouco depois a menos de um quilômetro da pista.
Além da Polícia Civil, o Seripa (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes) participa na apuração do caso.
A queda provocou a morte dos pilotos Henrique Guariente Filho e Gabriel Maloni. O piloto Pablo Portella sofreu ferimentos e recebeu socorro ao HC Famema após resgate por voluntários.




