Marília – Plantas de engenharia que acompanham os estudos sobre futuro do aeroporto de Marília desde 2012 mostram como seria o espaço com ampliação de pista e área de segurança em plano de investimentos do Estado que a Rede VOA descartou após concessão.
As plantas acompanham plano diretor do aeroporto que tramita junto à Anac (Agência Nacional de Avião Civil) desde 2015.

Previam amplia a pista dos atuais 1.700 metros de extensão para 1.830 metros como medida para permitir operações com aviões de grande porte.
Além disso, incluíam áreas de RESA, sigla em inglês para regiões de segurança junto aos pontos de entrada e saída da pista.
O Estado projetava ainda criar uma área geral de ampliação que identificava apenas como ‘área secundária’ em trecho junto à avenida Brigadeiro Eduardo Gomes.


Para tudo isso previa uma série de desapropriações em áreas no entorno do aeroporto. Medidas que inviabilizariam, por exemplo, o roteiro previsto para nova avenida Transversal da Cascata.
Assim, era um plano que divide opiniões entre moradores tanto por questões de mobilidade quanto de modelo para desenvolvimento.


Mas há algum consenso de que, mesmo com a nova avenida, a região depende de abertura de outra avenida, paralela à Brigadeiro Eduardo Gomes, mas do lado oposto do aeroporto
Novo Plano
Como o Giro Marilia mostrou, a Rede VOA anunciou em maio e apresentou em junho mudança no Plano Diretor que o Estado criou.
Além de abandonar a ampliação da pista, a Rede VOA descartou investimentos em terminais, pátio e serviços de apoio.


O plano antigo previa um novo terminal de passageiros e manutenção do prédio atual para atender voos privados e outros serviços. Previa também maior pátio de aeronaves, mais vagas de estacionamento.
A Rede VOA prevê uma reforma com ampliação do prédio atual, mais espaços de hangares e exploração comercial de áreas no aeroporto e manutenção da pista no formato atual.




