Durante o fórum Agenda Brasil – Crescimento, Emprego e Competitividade, realizado em São Paulo pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com o Grupo Estado, a senadora e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Tereza Cristina (PP-MS), cobrou rigor na condução das contas públicas e alertou para o encarecimento das linhas de financiamento voltadas ao agronegócio.
Alertas e Pautas do Setor Agropecuário
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Impasse fiscal: Criticou o arcabouço fiscal por autorizar a expansão contínua das despesas sem a devida garantia de arrecadação, o que afeta a credibilidade econômica e pressiona a inflação.
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Custo do crédito: Destacou que a incerteza fiscal mantém a taxa básica de juros em patamares elevados, encarecendo o financiamento da produção e tornando o crédito inacessível para parcela expressiva dos produtores.
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Seguro e endividamento: Defendeu a urgência na ampliação do seguro rural e na previsibilidade de recursos orçamentários para proteger a renda do produtor contra intempéries climáticas e evitar o avanço do endividamento no setor.
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Gargalos em infraestrutura: Citou a baixa vulnerabilidade logística no Arco Norte — exemplificada pelos níveis reduzidos do rio Tapajós — como desafio que exige investimentos prioritários para assegurar o escoamento de grãos.
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Articulação política: O evento reuniu também o presidente da CNA, João Martins, e o vice-presidente da FPA na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), para alinhar as pautas do setor produtivo às reformas legislativas.
De acordo com Tereza Cristina, senadora e vice-presidente da FPA no Senado, “o modelo atual permitiu o aumento de despesas sem garantir as receitas necessárias. Essa trajetória gera desconfiança e se reflete diretamente na taxa de juros. O resultado prático é que o crédito rural está deixando de caber no bolso do produtor.”




