A OpenAI lançou o GPT-6 Astra, seu novo modelo de ponta. A inteligência artificial tem maior aptidão para executar tarefas complexas e agir de forma autônoma. Entre os exemplos citados pela big tech estão preenchimento de formulários, atualização de CRMs, organização de calendários, pesquisas na internet, testes autônomos de softwares, entre outros. A OpenAI afirmou que o modelo foi treinado para produzir documentos, apresentações, planilhas e análises conforme templates, estilos e padrões existentes. O intuito é entregar resultados prontos para uso, sem necessidade de reparos.
Em situações cuja instrução é ambígua, o GPT-6 foi preparado para se basear no contexto e preencher a lacuna necessária para realizar a tarefa, exceto em casos que isso possa afetar consideravelmente o resultado, quando ele questiona o usuário.
Segundo a empresa, o GPT-6 atingiu desempenho próximo do máximo em diferentes benchmarks de IA, como FrontierMath Tier 4 (98%), ARC-AGI-3 (99,9%) e ExploitBench (100%). Em simulação realizada no OSWorld 2.0, o modelo beirou os 73%, contra 65,7% do GPT-5.6 Sol, além de concluir tarefas 35 minutos mais rápido.
Ele também obteve performance satisfatória em questões de segurança. A OpenAI disse que o avaliou para saber se, diante de uma tarefa difícil ou impossível, ele ultrapassaria as instruções recebidas. Segundo a empresa, o GPT-5.6 Sol superou a meta em quase 50% dos casos, enquanto o novo modelo manteve-se fiel às orientações.
Por ora, a novidade está disponível apenas para algumas organizações. A OpenAI pretende habilitar o uso para usuários das versões Plus, Pro, Business e Enterprise nos próximos dias. A cada milhão de tokens de entradas serão cobrados US$ 10 e US$ 50 pela mesma quantidade de tokens saída. No fast mode, os valores dobram.




